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Uma homenagem ao maior jornalista e blogueiro de Tapera.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
OLHA O NOSSO RÁDIO TELEUNIÃO AÍ!

Olha só a relíquia que encontrei no nosso Memorial Taperense. Quando me vi na frente daquele rádio Teleunião, fiz uma viagem no tempo e voltei até Gramado, no interior de Panambi, onde morávamos. Meu pai, adquiriu um dos primeiros rádios desse porte daquelA localidade e foi uma festa e tanto.
Nos domingos à noite, a Rádio Farroupilha transmitia o Grande Rodeio Coringa. A gente normalmente acostumava a dormir cedo da noite. Mal escurecia e a gente ia pra cama. Também sem luz elétrica né, fazer o que. O lampião não era nada convidativo. Até que um dia, minha saudosa mãe recebeu um dinheiro extra - era professora estadual - e entre outras coisas, comprou um fogão a gas quatro bocas azul e um liquinho. Foi uma festa, que lembro como se fosse hoje.
Foi alí que começou meu hábito pela leitura e pela escrita. Afinal de contas, dava pra ficar até um pouco mais tarde e a gente não via a hora de poder acender aquele liquinho. Eu devia ter uns seis anos no máximo.
Mas voltando ao rádio Teleunião. Estava contando do Rodeio Coringa da Farroupilha aos domingos. Era o o único dia em que a gente ficava até mais tarde. O programa começava por volta das 20 horas, muito tarde, se não me falha a memória, e nós ali, ouvindo o Miguelzinho e sua gaita de oito baixo, o Luiz Menezes e o Darci Fagundes.
Porque estou fazendo este relato? Por nada de mais. Sempre digo que recordar é viver e contando esta passagem, rejuveneço com certeza. Sou um saudosista por excelência e se fui incoveniente, peço desculpas, mas não poderia deixar de lembrar no nosso rádio Teleunião que nunca mais soube onde foi parar.

E A PROPÓSITO da aproximação do Natal, antes da era do liquinho nossas casas eram iluminadas com lampíão a querosene, mas tem uma coisa que preciso contar. É claro que a gente poderia ler de dia, com a luz natural, mas eu não via a hora de chegar o Natal para poder ficar até mais tarde da noite, lendo sob a luz das velinhas do Pinheiro que minha mãe sempre montava na sala da casa. Era o máximo, lembro como se fosse hoje!

Postado por Leonardo Mayer as 8.12.09 e tem 2 comentarios
2 Comments:
Anonymous Anônimo disse...

eu tenho um radio igual esse dai e gostaria de saber o ano dele,quantos anos tem o meu pertenceu a meu pai e ainda funciona é uma reliquia.me mande a resposta por imail desde ja obrigado.sou de jóia-rs

9 de maio de 2010 12:33  
Anonymous Anônimo disse...

eu tenho um radio igual este e ainda funciona tambem pertenceu ao meu pai.

19 de agosto de 2010 16:52  

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