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Uma homenagem ao maior jornalista e blogueiro de Tapera.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
A ESTREITA LIGAÇÃO DE DILMA COM ATANÁSIO ORTH NOS ANOS 70

No clicrbs.com.br desta sexta-feira (30) a reconstituição dos primeiros passos da presidente Dilma Rousseff, na época com 27 anos, em Porto Alegre. A reconstituição para nós taperenses não teria motivação especial não fosse a participação de Atanásio Orth e sua esposa Rosemarie que faziam parte do estreito círculo da nossa presidente.
Da esquerda para a direita: Carlos Alberto De Ré, o Minhoca, Marlene Machado, Rosemarie Orth, Atanásio Orth, Dilma Rousseff e um amigo não identificado
Foto: Carlos Alberto De Ré / Arquivo Pessoal

Confira o que está escrito no site:

Por Juliana Bublitz
De calça pantalona e cabelos longos, Dilma Vana Rousseff, 27 anos, recém havia adotado o Rio Grande do Sul como lar, no início da década de 70, quando posou para a foto em preto e branco que se vê nesta página. Por retratar uma fase pouco conhecida do passado da presidente e vir a público pela primeira vez, a imagem é histórica. Mas não só por isso.
Com o objetivo de reconstituir por meio de fotografias raras a trajetória da mineira no Estado antes de se tornar conhecida de todos os brasileiros, ZH vasculhou acervos públicos e privados e procurou amigos e colegas que fizeram parte da vida pregressa da presidente.
Quando se mudou para Porto Alegre, em 1973, Dilma ainda era uma estranha no cenário nacional e fugia das câmeras. Daquele período, em plena ditadura, a cena publicada por ZH é uma das poucas eternizadas em papel. Foi flagrada em 1974, por ocasião da união civil do ex-preso político gaúcho Atanásio Orth com Rosemarie De Ré, ambos já falecidos. Junto deles, estão os quatro padrinhos: Dilma e Francisco Martinez Torres, o Paco; Carlos Alberto Tejera De Ré, o Minhoca, e Marlene Machado, namorada dele à época. Com exceção de Marlene, todos haviam sido torturados pelo regime militar.
Sob os cuidados de Minhoca, a cópia vinha sendo guardada como relíquia em seu apartamento, na Capital, por mais de 30 anos. Ele morreu em maio deste ano, vítima de câncer, e deixou a foto com a mulher, Débora Atarão. Procurada por ZH, ela decidiu torná-la pública em homenagem ao ex-companheiro.
Exceto por essa imagem, a trajetória de Dilma no Estado passa por um vácuo fotográfico na década de 70. Somente nos anos 80, como economista e uma das fundadoras do PDT, ela voltaria a aparecer. Ainda assim, muitas vezes não era identificada nos registros – o que foi constatado por ZH durante as buscas no próprio arquivo fotográfico do jornal.
– Ela estava lá, já era uma líder, só que não estava no foco – explica a ex-secretária de Educação Neuza Canabarro.
Dilma não fazia questão de aparecer, e sua relutância à exposição era conhecida. Nas reuniões do PDT, relembra uma assessora da sigla, era difícil convencê-la a sentar-se à mesa com autoridades para fazer pose. Dilma preferia os bastidores.
– A gente insistia, e ela até ia para a mesa, mas ficava 10 minutos e voltava para o canto dela – lembra a assessora.
Entre 1984 e 1985, quando as integrantes da Ação da Mulher Trabalhista decidiram formar um time de vôlei e pediram que as interessadas se inscrevessem, se surpreenderam ao ver o nome de Dilma. Às colegas, soava estranho tê-la na equipe, uma militante que vivia enterrada no trabalho.
– Ela vai mesmo jogar? – perguntou uma pedetista, incrédula.
Numa sexta-feira à tardinha, na quadra do Colégio Sevigné, lá estava Dilma. Não há notícia, porém, de fotos de sua performance.
A relutância com os holofotes foi diminuindo a partir de 1986, quando a mineira aceitou o convite do prefeito Alceu Collares e se tornou secretária da Fazenda de Porto Alegre. Passou a dar entrevistas, mas se restringia ao protocolo.
– Era o jeito dela – resume Collares.
Com os amigos mais íntimos, Dilma sempre abriu exceções. Sorriu ao posar para um clique em Bariloche, no fim dos anos 80, ao lado da socióloga Lícia Peres. Em 2010, fez o mesmo por Minhoca. Meio sem jeito, o velho conhecido aproximou-se dela durante um jantar em Porto Alegre e fez um pedido:
– Posso tirar uma foto contigo?
A pergunta fez Dilma rir. Ela aceitou, mas não se conteve:
– Até tu, Minhoca?!

Postado por Leonardo Mayer as 30.12.11 e tem 17 comentarios
17 Comments:
Anonymous Anônimo disse...

Atanásio e Rosemarie, assim como o filho Machel, faleceram em um acidente automobilistico no dia 21 de janeiro de 1978, em Viamão, quando se dirigiam a praia num chevete, que no dia era dirigido, pelo concunhado do Atanásio, que estava acompanhado da esposa, irmã da Rosemarie, assim como com Dona Carminha, mãe de ambas, todos os seis acupantes do chevette faleceram, numa batida de frente com um caminhão FORD, carreta de um eixo da Tumeleiro. O Atanásio, a Rosemarie e o filho Machel, foram velados e sepultados em Tapera, no dia 22 de janeiro daquele ano, era domingo, acredito que tenha sido o maior de todos os velórios que ja aconteceram na cidade, que simplesmente parou, quando da chegada do comboio que veio de Passo Fundo, direto para a residência dos pais, na linha Cinco Irmãos, onde os corpos chegaram pouco antes do meio dia, onde milhares de pessoas aguardavam, assim como a tarde no trajeto até a Igreja Matriz, milhares de pessoas da cidade, de Passo Fundo e de toda região se fizeram presentes, pois foi velado de sabado a noite daquele dia,chegado de Porto Alegre, até no domingo pela manha na Camara Municipal de Vereadores de Passo Fundo, onde várias homenagens postumas foram prestadas, pois era o Secretário
Municipal da Educação do Município, no ultimo mandato do Prefeito Volmar Saltom. Atanásio era também professor universitário, e tinha sido professor por alguns anos nas Escolas de Tapera, é Taperense, Filho do Falecido Bruno Orth e de Irma Orth. Dilma, era uma das melhores amigas do casal Atanásio, tanto que foi madrinha do casamento no civil com o Paco, e com o Minhoca e sua namorada da época, na foto da reportagem, que é irmão da Rosemarie e esteve no casamento religioso, onde foram padrinhos os irmãos do Atanásio, entre eles o hoje Prefeito de Tapera Ireneu Orth, e sua noiva na época Vera Lúcia Bertol. Atanásio deixou uma filha, Letícia, que não estava no carro no dia do acidente, que depois foi criada pelos avós Bruno e Irma, até a adolecencia, quando foi residir em Sertão, com o tio Antônio Orth, que foi Prefeito daquela cidade de l.993 a 1.996. Hoje Letícia é casado com o Pacheco, que é Engenheiro Elétrico e um dos Diretores Técnicos da Vivo, assim como Letícia que é Engenheira Civil, também ocupando um cargo de chefia, na área financeira da Vivo, em São Paulo, onde residem no Bairo Morumbi. Atanásio, que foi preso político e torturado entre outros junto com Dilma, era um intelectual, filósofo, deixou sua marca, pela postura correta que sempre teve, pelas posições firmes e fortes, pois seu nome é lembrado ainda hoje seguidamente, mesmo após mais de 33 anos de seu falecimento pelos amigos da época, entre eles o hoje Prefeito José Ivo Sartori de Caxias do Sul, o Ex, Prefeito Mariani de Estrela, o próprio Carlos Araujo. Por ter sido seminarista, muitos padres especialmente da Diocesse de Passo Fundo foram seus colegas, entre eles o Arcebisbo dom Ercilio Simom. Foi uma das maiores perdas, de pessoa jovem com futuro promisor, que Tapera teve em sua história.

31 de dezembro de 2011 00:30  
Anonymous Anônimo disse...

Esta foto e toda reportagem é o destaque de Zero Hora do hoje, página 14. 31-12-2011.

31 de dezembro de 2011 08:47  
Anonymous Anônimo disse...

Gostaria de parabenizar o auto do primeiro comentário sobre Atanásio Orth. Emocionante e esclarecedor. Ontem eu tinha visto a foto dele ao lado da atual Presidente da República Dilma (na época madrinha de seu casamento) e a matéria no Clicrbs. Hoje comprei o jornal Zero Hora e comentei com algumas pessoas que, com raras exceções não sabiam praticamente nada sobre a história do Atanásio, nem sobre seu vinculo familiar em nosso município. Fica uma sugestão para que se resgate a memória deste que foi torturado por defender suas ideias, sobreviveu essa fase e embora sua vida tenha tragicamente chegado ao fim cedo marcou sua época.

31 de dezembro de 2011 11:46  
Anonymous Anônimo disse...

Falando em Rosane de de oliveira: estudou em Tapera

Rosane Oliveira aprendeu a ler em latas de óleo de trator, aos cinco anos, e decidiu que seria "escritora de jornal" - sequer sabia que existia o termo "jornalista". O pai era agricultor— e continua morando numa pequena propriedade em Campos, perto das barragens do Salto Real — e foi o recurso que encontrou para satisfazer a curiosidade da filha. Assim, as primeiras palavras que conheceu foram “Esso”, “Shell”, “Texaco”, que ela não sabia se lia “Techaco” ou “Tecsaco”. Aos oito ela aprendeu a cozinhar, porque a mão tinha que ajudar o pai na lavoura e cabia a ela cuidar dos quatro irmãos. Aos 10 anos, deu os primeiros passos ao mundo ao mudar-se para Tapera, a fim de fazer o ginásio. Já sabia que existia a profissão de jornalista e tinha optado por ela quando, conseguiu o primeiro emprego, aos 16 anos. Aos 17 fez o vestibular para jornalismo, na Famecos. Passou, mas o pai disse que não tinha como pagar. Ela respondeu: "Me garante a matrícula e o primeiro mês que o resto eu me viro". Coincidência: o primeiro emprego em Porto Alegre foi num escritório da Esso. Era insuficiente para pagar curso e moradia, mas conseguiu empréstimo através do crédito educativo, que pagou um ano depois de formada, com juro de 12% ao ano.
No dia em que se formou, 8 de janeiro de 1982, pediu demissão da Esso e foi procurar emprego no jornalismo.
Não era um bom momento do jornalismo gaúcho. Ela tentou o Correio do Povo, mas Ivo Stigger explicou que ali não abriria vaga tão cedo e sugeriu que procurasse o Palácio Piratini. “Não era o que eu queria, mas na saída da faculdade, estava aceitando qualquer proposta”, diz. Trabalhou com Helena Lemos que a indicou ao Eridson, na rádio Guaíba. Em 1985 foi realizar o sonho de trabalhar em jornal, na experiência de 12 edições do Estado do Rio Grande, tentativa do Grupo Sinos. Felizmente, logo conseguiu trabalhar de repórter na rádio Pampa. Finalmente sentou-se na redação de um jornal em 1986, na volta do Correio do Povo, primeiro na política, depois na Economia. Em 1993, foi ser editora de Política da Zero Hora.
Até 99, editou a política e esporadicamente assinou colunas de opinião. Passou a ter uma coluna fixa a partir daí. Em janeiro de 2003, foi escalada para a coluna Página 10, o principal espaço político na imprensa gaúcha, em lugar de José Barrionuevo. Nesta entrevista, ela nos fala dessa sua história, da crise política e, claro, desta herança que era a Página 10.

31 de dezembro de 2011 12:30  
Anonymous Anônimo disse...

O Atanásio Orth, foi o representante legal de
Tapera contra a Ditadura Militar, até sua morte, até hoje não explicada. Pena que morreu muito jovem. Uma praca de Tapera recebeu seu nome , em homenagem.
Outro que precisamos homemagear por ter lutado contra a ditadura, que é de nossa região (Carazinho - mãe de Tapera) é o Dr. Leonel Brizola, que chegou ser Governador do RS e Rio de Janeiro, e lutou até a morte em defesa do povo brasileiro menos favorecido.

31 de dezembro de 2011 12:37  
Anonymous Anônimo disse...

Atanásio deixou sua marca em Tapera sim, foi professor de filosofia na Escola Imaculada e Paraninfo da minha turma de Magistério em 1977.Deixou saudades.

31 de dezembro de 2011 14:04  
Blogger Leonardo Mayer disse...

Rosane de Oliveira - Página 10 de Zero Hora - 31/12/2011

Acompanhei passo a passo a reportagem de Juliana Bublitz, que ocupa três páginas da edição conjunta de ZH, com fotos históricas da presidente Dilma Rousseff. Empolgada com cada uma das imagens e histórias que ia conseguindo, a Ju me mostrava todos os dias o resultado de sua garimpagem. Quando voltou da casa da viúva de Carlos Tejera de Ré, o Minhoca, com uma das primeiras fotos de Dilma no Estado, foi logo contando:

_ Esta aqui é do casamento de um casal de militantes, amigos dela e do Carlos Araujo. A Rose era irmã do Minhoca. O casal morreu num acidente de trânsito, em 1978.

Levei um choque ao ver a foto: o casal era Rose e Atanásio Orth. Inconfundíveis. Ele foi meu professor de Filosofia na Escola Nossa Senhora Imaculada, em Tapera, em 1977. Ignorante em em relação ao que se passava no país dos generais, eu nada sabia do que ocorria com os presos políticos. Atanásio era lá de Tapera, tinha uns seis ou sete irmãos, entre eles o hoje prefeito Ireneu Orth. Naquela turma do curso de Magistério, não falava do seu passado de militante. Era inteligente, bem humorado, simpático. Casado com Rose, tinha uma filhinha pequena _ e isso era tudo o que se sabia.

Passei no vestibular da PUC em janeiro de 1978 e vim morar em Porto Alegre. Naquele ano Atanásio lançou um livro de poesias — A companheira e Duas Três Coisas Vistas da Ilha das Pedras. Ali eu soube, por metáforas, o que ele passara no presídio da Ilha das Pedras, onde também esteve preso o ex-deputado Carlos Araújo, ex-marido de Dilma. A companheira do título do livro era Rose. Tive uma curiosidade imensa para saber mais sobre o passado daquele professor, mas não houve tempo. Naquele ano, Rose e Atanásio morreram num trágico acidente a caminho do Litoral. Ficou no ar a suspeita de que tivessem sido vítimas de alguma sabotagem, como o acidente que matou Zuzu Angel, mas nada se provou. A família passou anos processando a dor da perda _ e hoje Atanásio Orth é nome de uma praça em Tapera.

Não sei por onde anda o livro do Atanásio, mas fui ao Google e encontrei num sebo. Quero reler agora que o tempo passou e eu sei de coisas que não sabia aos 17 anos.

31 de dezembro de 2011 19:53  
Anonymous Anônimo disse...

Tu vê, tanta trabalheira de tanta gente pra se vender pro PT por meia dúzia de merrecas...
Se os milicos não tivessem sido tão burros compravam o povo com a bolsa-familia, os deputados com o mensalão e a imprensa com verbas publicitárias...
Estariam aí até hoje.

31 de dezembro de 2011 20:42  
Anonymous Anônimo disse...

Essa discussão que sem fim acaba com comentários de antipetistas nos leva a duas conclusões claras. Em primeiro lugar de que hoje no Brasil é natural à formação de correntes antipetistas que por falta completa de argumentos citam mensalão, perversão etc.. , para combater o partido que mudou para sempre a História deste país. A segunda é que não existe hoje no Brasil nem um movimento ou partido capaz de contrapor ao que o PT fez por este país, que assumiu após um governo que vendeu até os móveis da casa, não construiu nada, não pagou nada e em poucos anos levou o Brasil ao primeiro mundo, hoje 6ª economia do mundo no final do Governo Dilma será a 4ª erradicando a pobreza, investindo na agricultura como nunca e nos fazendo sentir orgulho de ser brasileiros. Hoje no Brasil seria impossível democraticamente tirar o PT do poder mesmo se quem recebesse bolsa família fosse impedido de votar.
Não sei se o Atanásio seria ou não do PT, só sei que foi um grande homem e marcou sua época e tenho certeza que hoje teria orgulho tanto da Dilma sua madrinha de casamento como de seu irmão Irineu que está fazendo uma grande administração por Tapera. A grandiosidade na política está em aceitar as diferenças e trata-las com respeito. É claro que houve corrupção no Governo petista, mas sempre houve corrupção na política só que não aparecia. Se o Governo anterior vendendo praticamente todo o que o Brasil tinha não pagou quase nada fica a pergunta onde foi parar o dinheiro? já que o PT ”corrupto” pagou o FMI, esta transformando o Brasil num canteiro de obras , está emprestando dinheiro aos outros países.
Para finalizar acho que nos Blogs deveria ter uma espécie de controle sobre os assuntos tratados, no caso estamos falando de Atanásio Orth, e acredito que deveríamos no deter a isso, poderíamos discutir assuntos relacionados ao Governo Federal, Estadual ou Municipal em espaços específicos para tal.

1 de janeiro de 2012 21:05  
Anonymous Anônimo disse...

"acho que nos Blogs deveria ter uma espécie de controle sobre os assuntos tratados,"

que saudades da censura, ne?

2 de janeiro de 2012 11:32  
Anonymous Anônimo disse...

Respondendo ao comentário das 11:32. Não sou a favor da censura, acho que comentário desrespeitoso e que foge ao tema proposto deveria ser postado em local específico. No caso estamos falando de aguem que já morreu, acredito que em respeito não podemos acentuar certo tipo de discussão com palavrões etc ... Quando falo em comentário desrespeitoso de forma alguma quis me referir ao teu.

2 de janeiro de 2012 13:15  
Anonymous Anônimo disse...

Neste caso estou com ministro Carlos Ayres Brito, do Supremo Tribunal Federal (STF):

"Numa democracia se combate o excesso de liberdade com mais liberdade."

Em uma ditadura não, simples assim....

2 de janeiro de 2012 15:46  
Anonymous Anônimo disse...

OK! você venceu.

2 de janeiro de 2012 16:07  
Anonymous Anônimo disse...

fui aluna do professor Athanasio, e lembro bem qundo ele vinha lecionar e trazia junto com ele sua filha Leticia que ficava bem quietinha a escutar seu pai.O professor Athanasio tinha a voz doce e sua sabedoria era imensa ao finak da aula nos reuniamos com ele e o mesmo nos contava sobre sua tragetoria que era muito interessante e com muita emoção.
Na escola imaculada prestou uma homenagem a este filho de Tapera,pois a bilioteca da escola tem o nome de Athanasio Orth pois o mesmo era amante da leitura.

2 de janeiro de 2012 23:30  
Anonymous Anônimo disse...

Sou contemporânea do Athanasio! Saudosa e rica criatura para o seu tempo.... porém existem outros taperenses que viveram o mesmo período e sofreram as mesmas perseguições políticas da época... porque não buscarmos estas pessoas para relatar, narrar e elucidar muitos fatos desconhecidos nos dias de hoje, mas vividos na pele junto com o Athanásio. Vamos até Lion? Lá está parte de nossa história....

3 de janeiro de 2012 22:49  
Anonymous Anônimo disse...

MENOS MENOS, A MARASCA NÃO SOFREU TANTO NÃO.

9 de janeiro de 2012 15:51  
Anonymous Anônimo disse...

A Marasca não foi presa, e não era do grupo de jovens lideres estaduais e nacionais, como foi o Atanásio. Apenas tinha idéias revolucionários, mas sempre esteve aqui em Tapera na época. Assim como foi contemporânia.

9 de janeiro de 2012 21:29  

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